Ciclo: Gestão do tempo com Outlook

Programa:

1ª Parte – Gestão do tempo

1. Diagnosticar a sua gestão do tempo

  • A minha perspectiva relativamente à gestão do tempo.
  • A forma como eu escolho utilizar o tempo e as suas implicações práticas no meu quotidiano.
  • Estilo individual de trabalho.
  • Localizar os meus principais factores de desperdício de tempo e elaborar um plano de progresso individual.

2. Colocar o tempo ao serviço das prioridades

  • Clarificar o propósito e as principais áreas de responsabilidade da função:
    • as minhas escolhas servem o propósito da minha função?
    • quais as actividades de elevado valor acrescentado?
  • Focalizar-se no essencial: distinguir a importância e a urgência e construir sua matriz de prioridades.
  • Fazer escolhas para encontrar um bom equilíbrio entre a vida profissional e pessoal.

3. Traduzir as suas prioridades na forma como organiza o dia-a-dia

  • Dominar a arte do planeamento eficaz.
  • Antecipar momentos críticos da sua função.
  • Manter-se flexível para integrar os imprevistos.
  • Utilizar as funcionalidades essenciais do Microsoft Outlook, para facilitar a gestão do seu email, da sua agenda e das suas tarefas diárias.

4. Desenvolver estratégias que permitam ganhar tempo individual e colectivamente, mantendo uma boa relação com os diferentes interlocutores

  • As 12 regras fundamentais da gestão do tempo.
  • Escolher os métodos e ferramentas a utilizar:
    • aprender a agir em vez de reagir: gerir o stresse;
    • utilizar uma linguagem precisa, realista e centrada no essencial;
    • saber dizer não;
    • saber lidar com as interrupções;
    • diminuir o tempo gasto em telefonemas e reuniões;
    • delegar e desenvolver as competências da equipa.
  • Elaborar um plano de desenvolvimento pessoal.

 

2ª Parte – Microsoft Outlook

1. Introduzir o ambiente de trabalho do Microsoft Outlook

  • Descrever e personalizar a interface da aplicação.
  • Lista de pastas.
  • Outlook hoje.
  • Barra de ferramentas Avançada.
  • Como obter ajuda.

2. Gerir e organizar as mensagens de correio electrónico

  • Identificar mensagens: Remetente, Assunto; Prioridade, Seguimento, Anexos.
  • Pré visualizar, abrir e ler mensagens.
  • Abrir e guardar anexos.
  • Responder e reencaminhar mensagens.
  • Criar e organizar mensagens.
  • Compor e editar mensagens.
  • Adicionar anexos.
  • Definir prioridade das mensagens.
  • Sinalizar para seguimento.
  • Criar e utilizar assinaturas.
  • Localizar, filtrar, ordenar, agrupar e eliminar mensagens.
  • Organizar mensagens de correio electrónico em pastas.
  • Criar regras para organizar e gerir automaticamente as mensagens.
  • Utilizar o assistente para configurar o Outlook quando está fora do escritório.
  • Configurar as opções de correio.

3. Criar e organizar contactos

  • Adicionar, editar e eliminar contactos e listas de distribuição.
  • Criar contacto a partir de uma mensagem de correio electrónico.
  • Importar contactos a partir de ficheiros de outros programas.
  • Enviar mensagens a um ou mais contactos.
  • Enviar contactos a outros utilizadores.
  • Visualizar, Localizar, filtrar, ordenar e eliminar contactos.
  • Organizar contactos em pastas.
  • Imprimir informações sobre contactos.

4. Criar e organizar notas

  • Criar e editar notas.
  • Visualizar notas.
  • Organizar notas em pastas.
  • Definir lembretes.
  • Configurar as opções de notas.

5. Utilizar eficazmente o calendário

  • Configurar as opções de calendário.
  • Navegar no calendário.
  • Agendar compromissos e acontecimentos.
  • Partilhar compromissos
  • Definir lembretes.

6. Arquivar: o arquivo automático de ficheiros

Dirigido a:

  • Todos os profissionais que queriam melhorar de forma sustentável a gestão do seu tempo e que tenham autonomia para planear e organizar a suas actividades.

Objectivos:

No final da acção, os participantes serão capazes de:

  • definir os seus objectivos e estabelecer prioridades;
  • planear e organizar as suas actividades de forma estratégica;
  • implementar métodos e ferramentas que permitem desenvolver as suas competências de pro-actividade, comunicação e organização para optimizar o seu tempo.

Métodos:

A metodologia de condução deste curso é fundamentalmente prática e orientada para a realidade do grupo, pelo que cada participante tem oportunidade de:

  • diagnosticar a forma como gere o seu tempo e discutir as suas implicações;
  • realizar exercícios de definição de prioridades e planeamento;
  • trabalhar em subgrupos para desenvolver estratégias de gestão do tempo;
  • elaborar um plano de desenvolvimento pessoal.

Datas/Locais:

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Fim
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Estratégias e tácticas de negociação

Programa:

1. Identificar as competências de negociação

  • 3 níveis de competências do negociador:
    • estratégias; comunicação; tácticas.
  • A natureza da negociação.

2. Preparar a negociação

  • Das posições à busca de interesses mútuos: vias para criar um clima de cooperação.
  • Ferramentas para preparar a negociação: a matriz de concessões/contrapartidas.
  • Objectivos, limites, níveis de exigência:
    • nível de exigência da proposta inicial: avaliação e utilização.

3. Negociar para criar valor: tácticas e estratégias integrativas

  • Quando e como é possível a negociação integrativa: estratégias de criação de valor.
  • Criar um clima de confiança e controlar a partilha de informação: procedimentos e técnicas.
  • Obter informação sobre critérios e interesses da outra parte: saber utilizar as perguntas e controlar o diálogo.
  • Decidir que informação compartilhar com o seu interlocutor: informação privada e informação comum.
  • Controlar o desenrolar da negociação: sínteses parciais, re-enquadramento e check-up de pontos de acordo.

4. Negociar em clima competitivo: tácticas e estratégias distributivas

  • Princípios tácticos da negociação distributiva.
  • Controlo do trade-off de concessões versus contrapartidas.
  • Como reagir a tácticas extremas (bluff, ameaça, simulação de urgência, ultimatos).
  • Saber usar argumentação persuasiva para apoiar as propostas e contrapropostas.
  • Técnicas e procedimentos de pré-fecho: influenciar o acordo final.

Dirigido a:

  • Dirigentes, quadros directivos e outros profissionais envolvidos em processos de negociação a nível interno ou externo.

Objectivos:

No final da acção, os participantes serão capazes de:

  • escolher estratégias e tácticas mais eficazes nos diferentes tipos de negociação;
  • preparar metodicamente as negociações em que estão envolvidos;
  • controlar o diálogo na condução da negociação;
  • responder eficazmente às exigências de concessões;
  • dominar os procedimentos para o “fecho” de acordos estáveis.

Métodos:

Para além das intervenções do formador, a metodologia pedagógica do curso inclui pedagogia activa e participativa:

  • treino individual de situações de negociação;
  • cada participante poderá tratar e abordar as suas próprias situações de negociação;
  • análise e simulação de casos.

Datas/Locais:

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Técnicas de apresentação

Programa:

Antes da formação em sala
Wellcome call para

  • Apresentação do formador.
  • Conhecer as expectativas e objectivos dos formandos.
  • Clarificar os objectivos e estrutura da formação.Lançar o desafio de preparar a apresentação.

 

Durante a formação em sala

1. Potenciar os seus recursos como orador

  • Gerir a ansiedade inicial e as tensões que bloqueiam a comunicação nas apresentações em público.
  • Identificar e optimizar as suas características pessoais personalizando a exposição.
  • Utilizar e harmonizar os recursos pessoais: a voz, o olhar, os gestos, a postura e a movimentação.

2. Saber apresentar as suas ideias com clareza

  • Identificar o contexto da apresentação: ter em conta o público, o objectivo e a situação.
  • Utilizar o discurso persuasivo, de acordo com:
    • os critérios para organizar o discurso;
    • ter em conta os momentos-chave;
    • desenvolver a ideia, distinguindo o essencial do acessório.
  • Dominar os recursos de apoio às exposições
  • Planificar e gerir o tempo de forma eficaz.

3. Falar em público

  • Como iniciar a apresentação.
  • Controlar a sua imagem:
    • a importância das primeiras impressões.
  • A importância da congruência em comunicação: a comunicação verbal e não-verbal.
  • Estar perante o grupo e lidar com o imprevisto.
  • A mobilização rápida das ideias.
  • Utilizar ferramentas de comunicação eficazes.
  • Comunicar para persuadir: adoptar uma linguagem e postura persuasiva.

4. Gerir a interacção com a audiência

  • Criar o interesse e manter a atenção do grupo.
  • Gerir eficazmente as questões colocadas durante a apresentação.
  • Adoptar uma estratégia adequada em situação de conflito: fenómenos de grupo.
  • Fazer face a situações difíceis:
  • objecções, agressividade ou indiferença.
  • Lançar o debate no final da apresentação.

 

Após a formação em sala:
Oferta de 2 módulos de e-Learning

  • Preparar uma comunicação para um grupo;
  • Gerir o grupo durante a apresentação.

Dirigido a:

  • Profissionais que desejam desenvolver a qualidade da sua expressão oral para participar em reuniões (internas ou externas) e defender as suas ideias perante grupos (clientes, colegas ou prescritores).

Objectivos:

No final da formação os participantes deverão ser capazes de:

  • preparar e construir apresentações em função do tema, do objectivo e da audiência;
  • fazer apresentações de forma firme e convincente;
  • captar e manter a atenção do grupo;
  • gerir a interacção com a audiência.

Métodos:

A orientação do curso fará apelo a uma pedagogia activa baseada em:

  • exercícios práticos – individuais e em grupo;
  • auto-diagnósticos;
  • debates e trocas de experiências;
  • simulações;
  • exercícios para treino.

Datas/Locais:

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Gestão do tempo e eficácia inter-pessoal

Programa:

1. Reconhecer o impacto das minhas escolhas e comportamentos na forma como rentabilizo o meu tempo

  • Perspectivas dominantes na gestão do tempo.
  • As características pessoais e o seu reflexo nos estilos individuais de trabalho.
  • Identificar as minhas práticas de gestão do tempo:
    • quais são os meus principais
    • factores de desperdício de tempo?
    • que benefícios ocultos poderei estar a retirar daí?

2. Ser pró-activo e orientar a minha acção para aquilo que é verdadeiramente importante

  • Clarificar o propósito da função e as principais áreas de responsabilidade:
    • quais as actividades de valor acrescentado?
    • as minhas escolhas estão alinhadas com o propósito da função?
  • Definir prioridades distinguir Importância e Urgência – a matriz de prioridades de Eisenhower;
    • estabelecer objectivos em cada uma das esferas de vida, tornando-as compatíveis entre si.
  • Planear e organizar estrategicamente as actividades:
    • o planeamento diário e semanal;
    • a flexibilidade para integrar imprevistos;
    • as reservas de tempo;
    • a importância de fechar o meu dia.

3. Aumentar a minha produtividade e eliminar os factores de desperdício de tempo, utilizando as ferramentas chave de gestão do tempo

  • Os 12 princípios fundamentais da gestão do tempo.
  • Escolher os métodos e ferramentas mais eficazes: saber dizer não ao que não é prioritário;
    • saber lidar com as interrupções;
    • utilizar uma comunicação clara, concisa e alinhada com os objectivos organizacionais;
    • delegar e desenvolver as competências da equipa;
    • gerir o stresse.
  • Elaborar um plano de desenvolvimento pessoal.

Dirigido a:

  • Todos os profissionais que queriam melhorar de forma sustentável a gestão do seu tempo e que tenham autonomia para planear e organizar a suas actividades.

Objectivos:

No final da formação os participantes deverão ser capazes de:

  • definir os seus objectivos e estabelecer prioridades;
  • planear e organizar estrategicamente as suas actividades;
  • implementar métodos e ferramentas para aumentar a sua produtividade

Métodos:

A metodologia de condução deste curso é fundamentalmente prática e orientada para a realidade do grupo, pelo que cada participante tem oportunidade de:

  • diagnosticar a forma como gere o seu tempo e discutir as suas implicações;
  • realizar exercícios para construção da sua matriz de prioridades e identificação de estratégias de rentabilização do tempo e aumento da produtividade;
  • elaborar um plano de desenvolvimento pessoal.

Datas/Locais:

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Condução de reuniões

  • Identificar trunfos e eixos de melhoria no âmbito da preparação e condução de uma reunião, através de simulações filmadas e analisadas.
  • Definir um plano individual de desenvolvimento.
  • Contactar com ferramentas de gestão do processo de reuniões virtuais.

Programa:

1. Reconhecer a importância das reuniões

  • Identificar os benefícios das reuniões e em que situações podem falhar.
  • Decidir quando fazer uma reunião.
  • Definir os diferentes tipos de reuniões em função do seu objectivo.

2. Preparar as reuniões de forma eficaz

  • Preparar as reuniões utilizando o método das 4 etapas:
    • estabelecer os objectivos a atingir no final da reunião;
    • planear a agenda;
    • seleccionar os participantes-chave;
    • organizar a reunião.

3. Conduzir estrategicamente as reuniões

  • Estruturar a reunião:
    • fazer uma introdução apropriada;
    • manter a discussão focalizada;
    • fazer um encerramento adequado.
  • Adaptar o estilo de condução aos objectivos e aos participantes.
  • Seleccionar estratégias eficazes de follow-up.

4. Lidar com os fenómenos de grupo e saber gerir situações difíceis

  • Reconhecer os cuidados a ter ao nível da comunicação.
  • Utilizar métodos para promover a participação e manter a focalização do grupo.
  • Identificar os vários perfis de participantes e escolher a abordagem a adoptar.
  • Ultrapassar os fenómenos que podem prejudicar a criatividade dos grupos.

5. Realizar reuniões à distância: uma alternativa às reuniões tradicionais

  • Decidir quando utilizar reuniões à distância: dimensão tecnologia, dimensão cultural e dimensão protocolar
  • Identificar as ferramentas disponíveis para organizar reuniões virtuais
  • Reconhecer os principais cuidados durante a preparação e condução
    de reuniões virtuais.

Dirigido a:

  • Todos aqueles que pretendem desenvolver e treinar as suas competências para preparar e liderar reuniões.

Objectivos:

Uma formação que lhe permitirá:

  • dominar as estratégias e ferramentas que tornam  as reuniões produtivas.
  • desenvolver as suas competências para preparar e liderar uma reunião.

Métodos:

  • Neste curso os participantes são convidados a treinar as suas competências de preparação e condução de reuniões, com recurso ao feedback do grupo e apoio do formador..

Datas/Locais:

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Inteligência emocional

  • Modelo suportado por uma metodologia de assessment, que permite um melhor diagnóstico prévio e o acompanhamento após-formação.
  • Trabalhar a Inteligência Emocional como uma ferramenta essencial para desenvolver o Capital Psicológico dos participantes.
  • Abordar a Inteligência Emocional não como um conjunto específico de “skills”, mas como um processo de transformação pessoal.

Programa:

Etapa Pré-formação
Primeira aplicação do “assessment Org-EIQ” na modalidade de “Multisource Feedback” (Auto e Hetero-avaliação)

 

PRIMEIRO DIA:
Etapa Formação em sala

1. Reconhecer o seu “Capital Psicológico” e saber utilizá-lo como “Activo” para promover a Literacia Emocional

  • Caracterizar o conceito de “Capital Psicológico”.
  • Conhecer o CORE do “Capital Psicológico”; Confiança, Optimismo, Resistência e Equilíbrio.

2. Identificar as bases da “Literacia Emocional”: Identificar e reconhecer as emoções

  • Emoções primárias e emoções secundárias.
  • A diferença entre emoções e sentimentos.
  • Emoções “positivas e emoções negativas”.
  • As emoções como “construção de realidades”: o efeito EEC – “Estímulos Emocionalmente Competentes”.
  • Praticar a auto-regulação e usar as emoções para aumentar a sua eficácia pessoal.

3. Promover a “alfabetização” na linguagem das emoções: as componentes da Literacia Emocional

  • As duas componentes da “Literacia Emocional”:
    • a Inteligência emocional: determinar o potencial para aprender as capacidades emocionais;
    • a competência emocional: mostrar até que ponto traduzimos essa aprendizagem nas práticas profissionais.
  • O valor da “vontade” e da “auto-motivação” na construção da identidade pessoal.
  • Análise do modelo de Assessment da Literacia Emocional: Org-EIQ (Emotional Intelligence
    Organizational Quotient).

4. Desenvolver as Competências Emocionais Pessoais

4.1 Macro factor “Auto-consciência e Auto-avaliação”

  • Saber reconhecer e identificar os próprios estados emocionais e as respectivas consequências no seu comportamento.
  • Reconhecer a forma como os seus sentimentos afectam o próprio desempenho.
  • Possuir uma consciência orientadora dos seus valores e objectivos.
  • Desenvolver um “sentido interno” do valor e das capacidades próprias, de um modo realista e adaptado.
  • Estar aberto a opiniões diferentes, a novas perspectivas e ter uma atitude de aprendizagem contínua e auto-desenvolvimento.

4.2 Macro factor “Gestão Pessoal” Fazer uma “boa gestão” dos sentimentos impulsivos e das emoções deprimentes.

  • Controlar os “piratas emocionais” (emotional hijacking).
  • Manter a compostura, adoptando uma atitude positiva nos momentos difíceis.
  • Criar relações de confiança pela sua fiabilidade e autenticidade.
  • Admitir os próprios erros e confrontar os outros com actos e acções frontais.
  • Cumprir com os compromissos e honrar as promessas.
  • Lidar com facilidade com múltiplas exigências, prioridades em constante mutação e mudanças rápidas.
  • Adaptar as respostas e tácticas para responder a circunstâncias imprevistas.

5. Controlar os factores de “Depleção do Ego” (Baumeister)

  • Reconhecer as dificuldades de autor-regulação: a “Depleção do Ego” como “a capacidade diminuída das pessoas para controlarem os seus pensamentos, sentimentos e acções”.
  • Saber utilizar “Agentes Anti-depletores do Ego” (ADE).

6. Desenvolver as Competências Emocionais Sociais

6.1 Macro factor “Consciência Social”

  • Estar atento às pistas emocionais das outras pessoas e praticar
    a escuta empática.
  • Saber lidar com uma grande diversidade de pessoas e situações, controlando os sentimentos pessoais de “resistência ao diferente”.
  • Aperceber-se das necessidades dos outros (clientes externos, clientes internos, colegas de trabalho, colaboradores, chefias, etc.) e promover iniciativas concretas para ir ao seu encontro.
  • Procurar formas de cultivar a satisfação dos clientes externos e internos.
  • Manter e demonstrar disponibilidade apropriada relativamente ao interesse dos outros.
  • Ter sensibilidade aos “jogos” e relações de poder nos contextos onde actua.
  • Detectar e saber lidar com “redes sociais críticas”.
  • Fazer uma leitura realista da sua organização e das influências das realidades externas.

6.2 Macro factor: Gestão das Relações

  • Modelar comportamentos de equipa como respeito, entre-ajuda e cooperação.
  • Criar ou contribuir para criar identidade de equipa, espírito de corpo e vontade de vencer;
  • Procurar relações mutuamente benéficas.
  • Colaborar, partilhando planos, informação e recursos.
  • Promover a comunicação aberta e permanecer receptivo, tanto às más como às boas notícias;
  • Liderar pelo exemplo.
  • Reconhecer as necessidades de mudança e remover barreiras.
  • Ser o representante da mudança que gostaria de ver nos outros.

7. Reconhecer as estratégias de “Auto-engano” e ser capaz de as controlar

  • Reconhecer o “Auto-engano” (self – deception) como uma “falsa consciência de si” e as suas possíveis consequências no plano pessoal e profissional.
  • Traçar planos pessoais de progresso no domínio de uma mais plena consciência de si e de uma expansão saudável das suas potencialidades pessoais.

Dirigido a:

  • O curso Inteligência Emocional é dirigido a todos os profissionais que querem desenvolver as suas competências emocionais e melhorara sua eficácia, através de uma maior consciência pessoal e social.

Objectivos:

Esta acção de formação permitir-lhe-á:

  • Desenvolver competências emocionais de âmbito pessoal:
    • saber reconhecer os seus estados emocionais;
    • desenvolver a auto-regulação e controlo das emoções de modo a que possam facilitar e não prejudicar a interacção e a performance;
    • reconhecer as “emoções pirata” e manter o auto-domínio nas situações de tensão e de conflito;
    • melhorar a auto-confiança, numa base equilibrada e adaptada;
    • melhorar as capacidades de adaptabilidade e resiliência face a situações inesperadas e/ou adversas.
  • Desenvolver competências emocionais na relação com os outros:
    • desenvolver a capacidade de escutar os outros e compreender os seus quadros de referência;
    • ultrapassar os diferendos de personalidade, através do factor de empatia, e saber lidar com a diferença e diversidade de pontos de vista;
    • desenvolver a “sensibilidade política” em relação às relações de troca e às dinâmicas da organização;
    • integrar-se num grupo de trabalho e contribuir para criar um clima organizacional mais equilibrado;
    • assumir-se como responsável e exemplo das mudanças requeridas.

Métodos:

  • O curso Inteligência Emocional é construído de acordo com metodologias apropriativas, com exercícios de exploração pessoal com base nos resultados.
  • Os participantes constituirão o centro das abordagens de modo a que cada um possa aumentar o seu auto-conhecimento e a sua auto-actualização no domínio das competências emocionais..

Datas/Locais:

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Gestão do stresse

Programa:

1. Identificar as manifestações do stresse, as suas principais causas e consequências

  • Caracterizar o stresse;
  • Distinguir bom e mau stresse;
  • As fontes internas e externas de stresse e as suas manifestações físicas, cognitivas e psicológicas;
  • Diagnosticar o risco de burnout (esgotamento) em contexto profissional;
  • Tomar consciência que não somos passivos face ao stresse

2. Reconhecer o impacto do seu perfil de personalidade na forma como lida com as situações de stresse

  • Analisar os resultados do questionário de personalidade NEO PI-R, reconhecido mundialmente como uma medida válida dos principais domínios da personalidade.
  • Caracterizar os traços de personalidade na medida em que podem facilitar ou inibir uma adequada gestão do stresse.

3. Seleccionar as melhores estratégias para enfrentar o stresse em contexto

  • O jogo das emoções e sentimentos das partes envolvidas

4. Lidar com os estilos de comunicação ineficazes

  • Comunicar em situações difíceis, mantendo o auto-controlo, o respeito mútuo e o pensamento positivo;
  • Focalizar-se nas suas prioridades e planear a utilização do tempo;
  • Cuidar de si próprio/a para encontrar o ponto de equilíbrio da gestão do stresse: a alimentação, o exercício físico, o relaxamento físico e mental, e o sono.

Dirigido a:

  • Todas as pessoas que têm de enfrentar o stresse habitual da sua vida profissional e pessoal e que querem melhorar o seu desempenho.

Objectivos:

No final da acção, os participantes serão capazes de:

  • identificar as principais causas do seu stresse;
  • ter consciência dos sinais de alerta que poderão conduzir a situações de burnout;
  • reconhecer as características pessoais que potenciam e que inibem o desenvolvimento de estratégias eficazes de gestão do stresse;
  • aplicar técnicas de gestão do stresse que reduzem as suas consequências negativas.

Métodos:

  • Para além do preenchimento de algumas escalas de um dos instrumentos mais utilizados a nível mundial para a avaliação da personalidade – o Inventário de Personalidade NEO PI- R -, serão realizados outros tipos de auto-diagnósticos, bem como exercícios práticos que permitirão aos participantes ter uma visão mais clara dos seus recursos pessoais e desenvolver novos hábitos para gerir o stresse.

Datas/Locais:

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Assertividade

Programa:

1. Identificar os direitos assertivos

  • Conhecer os direitos possíveis e realistas de cada um.
  • O sistema triplo de resposta: fisiológico, comportamental e cognitivo.
  • Diferenças entre pessoas aptas e não aptas.

2. Saber comunicar com os diferentes interlocutores

  • Elementos do processo de comunicação. Principais obstáculos.
  • Competências de conversação, de comunicação não-verbal e para-verbal.

3. Diagnosticar as situações difíceis

  • As causas dos desacordos, críticas e conflitos com os colaboradores.
  • O jogo das emoções e sentimentos das partes envolvidas

4. Lidar com os estilos de comunicação ineficazes

  • A agressividade: comportamento verbal e não-verbal.
  • A passividade: evitar tratar os conflitos.
  • A manipulação.
  • Consequências da utilização dos estilos ineficazes na equipa.
  • Identificação dos comportamentos em hierarquias e colaboradores.

5. Praticar a atitude afirmativa evitando os estilos ineficazes

  • Avaliação da assertividade, através de ferramentas de auto-análise e auto-observação.
  • Obstáculos ao comportamento assertivo.
  • Obter uma solução viável e realista: a resposta assertiva básica.
  • Tipos de resposta assertiva face a um colaborador.
  • Técnicas assertivas para discussões com um colaborador.
  • Favorecer a crítica construtiva: comunicar as percepções e sentimentos.
  • Aumentar a sua receptividade para receber críticas e encará-las como oportunidades.

Dirigido a:

  • Gestores e líderes de equipas (hierárquicos ou funcionais).
  • Todos os profissionais que necessitem potenciar uma atitude assertiva e melhorar a eficácia comportamental em situações de tensão ou conflito.

Objectivos:

Este curso permite enfrentar com mais auto-confiança e eficácia as situações em que sente ansiedade, frustração, dificuldade de comunicar com interlocutores difíceis, lidar com conflitos e enfrentar insucessos:

  • utilizar o auto-controlo e a auto-regulação das emoções;
  • reduzir as reacções emocionais ineficazes no relacionamento inter-pessoal;
  • saber lidar com os comportamentos negativos do outro;
  • desenvolver a auto-confiança;
  • gerir os desacordos com êxito e obter a adesão para os acordos finais.

Métodos:

Pedagogia activa com recurso a auto-diagnósticos, exercícios práticos e roleplays com feedback estruturado, para conhecer e experimentar novas ferramentas e adoptar novos comportamentos conducentes à auto-afirmação.

Datas/Locais:

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Fim
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Comunicação e excelência inter-pessoal

Programa:

1. Os três pilares da excelência inter-pessoal

  • Influência, uma força impulsionadora da excelência:
    • o contexto empresarial exigente e sempre em mudança.
  • Construir a sua estratégia de rede:
    • conhecer os seus interlocutores;
    • agir por objectivos.
  • Mobilizar as suas qualidades pessoais:
    • compreender o seu comportamento e atitudes;
    • re-examinar os seus valores e convicções;
    • gerar confiança 10.
  • Desenvolver relações interpessoais eficazes:
    • a excelência na comunicação inter-pessoal;
    • cooperar eficazmente;
    • gerir a adversidade e o confronto.

2. Clarificar a sua estratégia de influência inter-pessoal

  • Criar o seu mapa network:
    • centrar-se nas suas missões principais;
    • identificar os actores-chave da sua rede;
    • dar ênfase à interacção com os seus actores-chave;
    • sobreposição com o organograma.
  • Especificar o seu nível de influência:
    • decidir o nível da acção a executar em grupos de actores;
    • especificar a sua rede-alvo;
    • distinguir poder, influência e manipulação.
  • Definir objectivos precisos:
    • fazer as perguntas certas;
    • avaliar as vantagens e os riscos;
    • escolher critérios de avaliação adequados.

3. Conhecer-se melhor para comunicar mais eficazmente

  • Estar consciente dos seus pontos fortes e das suas áreas de desenvolvimento:
    • compreender o seu modus operandi;
    • identificar as suas atitudes eficazes e ineficazes.
  • Limitar as suas acções ineficazes:
    • soluções para comportamentos ineficazes.
  • Actualizar o seu sistema de valores re-examinar os seus valores pessoais e profissionais;
    • adoptar a atitude certa.
  • Inspirar confiança junto dos seus interlocutores:
    • activar as motivações da confiança;
    • apreciar a diversidade pessoal e cultural.

4. Comunicar aberta e eficazmente

  • Ajustar a sua comunicação não-verbal:
    • praticar a sincronização.
  • Falar claramente para ser entendido:
    • falar com verdade;
    • fazer críticas ou dar feedback negativo;
    • compreender, escutando sinceramente.

5. Desenvolver uma cooperação ganhadora

  • Desenvolver relações interpessoais equilibradas:
    • cooperar mais para ganhar mais;
    • princípio e características da cooperação.
  • Construir uma estratégia de cooperação ganhadora:
    • satisfazer os respectivos interesses;
    • elaborar um plano de recurso;
    • encontrar soluções.
  • Gerir a adversidade e o confronto libertar-se do conflito;
    • confrontar a agressividade.

Dirigido a:

Líderes, técnicos, gestores e gestores de projecto que tenham necessidade de envolver pessoas sobre as quais não tenham autoridade formal e cujas responsabilidades ultrapassem o âmbito da sua posição.

Objectivos:

Uma formação que lhe permitirá:

  • escolher as redes de contactos e relacionais certas para os seus objectivos profissionais;
  • utilizar comportamentos assertivos e limitar desfechos ineficazes;
  • influenciar os seus colegas de modo positivo e eficaz;
  • utilizar os instrumentos para uma acção cooperativa e não confrontativa.

Métodos:

Através desta abordagem em modelo misto (online e presencial), os participantes terão oportunidade de:

  • explorar conceitos e verificar a sua aplicação prática;
  • mapear a sua rede de networking;
  • identificar, através de auto-diagnósticos, as suas características relacionais;
  • treinar as técnicas e instrumentos.

Datas/Locais:

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Horário
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Resolução de conflitos

Programa:

1. Analisar a dinâmica relacional em situações de conflito

  • Os tipos de conflitos nas Organizações: conflitos de crenças
    e conflitos de recursos escassos.
  • As relações de poder e o seu impacto na dinâmica relacional e na eclosão de conflitos.
  • A comunicação ineficaz como factor de conflito.
  • As relações de força: atitudes de ataque e defesa.

2. Identificar os estilos pessoais nas situações de conflito

  • llComo lida com os conflitos? Conhecer-se melhor a si mesmo – auto-diagnóstico do estilo individual de gestão dos conflitos.
  • Conhecer melhor o outro e a forma como ele reage.
  • A solidez financeira e o Equilíbrio Financeiro.
  • Seleccionar os comportamentos chave e os meios práticos para
    reforçar uma atitude de base positiva.
  • Ultrapassar os bloqueios pessoais que dificultam a procura de critérios comuns para construir soluções conjuntas.

3. Desenvolver as atitudes e comportamentos que facilitem a resolução dos conflitos

  • Fases do desenvolvimento dos conflitos: da percepção de incompatibilidade à busca das soluções.
  • Construir e manter um clima de confiança: utilizar um processo
    de comunicação com base nos interesses mútuos.
  • Potenciar a atitude cooperativa nos outros para facilitar a negociação.

4. Escolher as estratégias negociais a utilizar: a negociação como forma positiva de resolução de conflitos

  • Caracterizar as situações de negociação na resolução de conflitos.
    Escolher entre negociar ou não negociar.
  • As principais estratégias de negociação: estratégias integrativa e distributiva.
  • Escolher a sua estratégia em função do objectivo e da situação.
  • Fazer as escolhas adequadas e adaptá-las ao processo de negociação: negociar em bloco ou ponto por ponto.
  • Avaliar a relação de poder na negociação: poder expresso, poder real, poder percebido.

5. Actuar nas várias fases da negociação

  • A fase de preparação: ponto-chave do êxito da negociação:
    • os objectivos;
    • as concessões e os limites;
    • a argumentação de apoio;
    • como analisar os interesses e as posições da outra parte.
  • Saber conduzir a negociação – os métodos eficazes em cada etapa:
  • o enquadramento da negociação e os interesses mútuos;
    • controlar o diálogo – a arte de perguntar;
    • tratar os diferentes tipos de objecções;
    • sair de uma situação de impasse: a chave para desbloquear uma situação e retomar o diálogo em clima de cooperação.
  • Procedimentos para concluir acordos: técnicas de fecho da negociação:
    • conseguimos um acordo fiável?
  • Saber avaliar a eficácia de uma negociação.

6. Lidar com o conflito online

  • Efeitos do uso das tecnologias de comunicação (email, sms, chat)
    sobre o comportamento social: oportunidades e ameaças
  • Limites e enviesamentos gerados pelos media online: da ilusão de sincronicidade à escalada de conflito verbal.

Dirigido a:

  • Quadros e chefias para quem resolver conflitos e negociar constituem parte importante da actividade profissional de gestão e de coordenação de pessoas.

Objectivos:

  • Distinguir os diferentes tipos de conflitos e prever as suas consequências práticas;
  • Controlar o diálogo durante a resolução do conflito face-a-face;
  • Construir uma relação de confiança durante o processo negocial;
  • Conduzir a negociação para uma solução conjunta do conflito;
  • Fechar um acordo estável enquanto solução negociada de um conflito.

Métodos:

A metodologia segue uma orientação de pedagogia activa, com participação contínua dos formandos:

  • Estudo de casos;
  • Análise e simulação de situações de conflito;
  • Diagnóstico e discussão dos estilos individuais de gestão dos conflitos.

Datas/Locais:

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Finanças para não financeiros

Programa:

1 – Conhecer a Contabilidade Financeira

  • O sistema contabilístico em vigor em Angola.
  • As obrigações contabilísticas das empresas.
  • Os objectivos da informação financeira.
  • Os principais conceitos.
  • As demonstrações financeiras (Balanço, Demonstração de Resultados, Demonstração dos Fluxos de Caixa).
  • Os registos contabilísticos.
  • A contabilidade criativa.

2 – Explorar a Analise Financeira

  • As tarefas, objectivos e limites da função financeira.
  • A preparação das Demonstrações Financeiras para a análise Financeira e o Método dos Rácios.
  • A solidez financeira e o Equilíbrio Financeiro.
  • A eficiência e a rendibilidade.

3 – Conhecer o processo de construção orçamental

  • O planeamento orçamental.
  • Os indicadores de gestão.
  • A análise dos desvios.

4 – Breve introdução a rendibilidade

  • As componentes da rendibilidade.
  • A contabilidade de Gestão como ferramenta fundamental na análise da rendibilidade de produtos ou actividades.
  • A identificação dos indicadores financeiros e não financeiros para analisar os custos.
  • Os factores a ter em conta para uma correcta análise dos custos:
    • a evolução das características do mercado, da procura e as mudanças requeridas nos processos produtivos e de distribuição;
    • novas formas de organização da produção e da distribuição.

5 – Conhecer as várias alternativas de financiamento das empresas

  • Instrumentos financeiros, alternativas e custos.
  • Decisões de financiamento.

6 – Os novos desafios da função financeira

  • Como o actual contexto internacional, pode perturbar o desempenho da função financeira.
  • De que forma as empresas se estão a preparar para enfrentar os desafios.

Dirigido a:

Todos os quadros sem formação contabilística, com responsabilidades na gestão de um serviço, de uma actividade, de uma unidade de fabrico ou de um centro de responsabilidade.

Objectivos:

Uma formação que lhe permitirá:

  • Compreender os conceitos financeiros fundamentais;
  • Avaliar o impacto das decisões quotidianas sobre os resultados globais da Empresa;
  • Interpretar os resultados do controlo de gestão para implementar as acções correctivas necessárias e alcançar os objectivos fixados;
  • Medir a rendibilidade e os custos da própria unidade ou serviço;
  • Compreender e relacionar melhor os riscos em que a sua área e a empresa podem incorrer e fazê-la evoluir.

Métodos:

Recurso a pedagógicas activas através de:

  • exposições pelo formador, trocas de experiências e reflexões com o grupo de participantes;
  • estudo de casos reais;
  • utilização de folha de cálculo (Ms. EXCEL)..

Datas/Locais:

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