Ciclo: Encerramento de exercício e actualizações contabilísticas e fiscais

Todos os anos, é necessário elaborar e apresentar os documentos anuais que apresentam a situação económico-financeira de cada sociedade e os resultados das operações realizadas.

A realidade objectiva tem demonstrado que a contabilidade é um instrumento imprescindível para todos os momentos de uma empresa. Ainda não se concebeu melhor instrumento de gestão num mundo sempre crescente, principalmente sobre tudo na dimensão tecnológica.

Ainda prevalecem os lançamentos, os balancetes, e os balanços acompanhados de quadros explicativos.

O cumprimento das obrigações legais e fiscais a par da eficiência fiscal das empresas afigura-se como uma das linhas fundamentais da gestão actual.

Obrigações para as quais o estímulo de competências técnicas constitui um elemento central para a formação dos seus profissionais.

Antevendo as alterações decorrentes das regras contabilísticas e fiscais, nacionais e internacionais, será efectuada uma abordagem sobre as principais alterações contabilísticas e fiscais implementadas em 2016 e a serem implementadas em 2017, a saber, Normas Internacionais de Contabilidade e o IVA – Imposto Sobre o Valor Acrescentado.

Programa:

1ª parte – Gestão de contas a pagar

1 – Os Riscos do Processo de Compra

2 – Documentos Inerentes ao Processo de Compra

3 – Conferência e Calendarização do Pagamento das Facturas

4 – Dominar os Modos de Pagamento

5 – Processo de Contabilização das Facturas

6 – Participar na Elaboração das Situações Contabilísticas

7 – Regularização de Fornecedores

8 – Tratar os impostos sobre as operações do ciclo compras – fornecedores

9 – Planeamento Financeiro

10 – Planeamento Financeiro de Curto Prazo

2ª parte – Encerramento de contas

ABORDAGEM INTRODUTIVA – FUNDAMENTOS da CONTABILIDADE

1 – Conhecer as disposições gerais das DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

2 – Analisar a estrutura conceptual das Demonstrações Financeiras

3 – Compreender os documentos inerentes à INFORMAÇÃO FINANCEIRA

4 – Interpretar as outras INFORMAÇÕES DE GESTÃO

5 – Conhecer a NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA EM ANGOLA

ANÁLISE DAS OPERAÇÕES – FIM DE EXERCÍCIO

1 – Analisar as questões relativas aos meios FIXOS e INVESTIMENTOS

2 – Identificar todas rubricas das EXISTÊNCIAS

3 – Avaliar as principais rubricas das contas a RECEBER E A PAGAR

4 – Conhecer o que compõem os meios MONETÁRIOS

5 – Identificar qual a composição do CAPITAL E AS RESERVAS

6 – Saber como se calculam os RESULTADOS

3ª parte – Fiscalidade em Angola

1 – COMPREEDER O SISTEMA FISCAL ANGOLANO

2 – IRT – IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DO TRABALHO

3 – IMPOSTO INDUSTRIAL

4 – IC – IMPOSTO DE CONSUMO

5 – SS – SEGURANÇA SOCIAL

4ª parte – A Interpretação e Análise dos documentos contabilísticos

1 – Ler o BALANÇO

2 – Ler a CONTA DE RESULTADOS

3 – Avaliar a PERFORMANCE FINANCEIRA da empresa

4 – Avaliar a PERFORMANCE ECONÓMICA da empresa

5 – Avaliar a PERFORMANCE DE FINANCIAMENTO

5ª parte – Antevisão do iva – Imposto sobre o valor acrescentado

1 – IVA – Imposto Sobre o Valor Acrescentado

Dirigido a:

  • Administradores, Directores Financeiros e Gestores Financeiros;
  • Contabilistas e Profissionais de gestão com responsabilidades nas áreas contabilísticas, financeiras e fiscais;
  • Controllers, Revisores e Auditores;
  • Outros interessados, nomeadamente, os demais colaboradores que exerçam funções nas áreas de marketing, estratégia, planeamento, recursos humanos e produção, entre outras.

Objectivos:

No final da formação os participantes deverão ser capazes de:

  • Saber estabelecer as relações entre a contabilidade e as incidências fiscais da empresa e seu impacto nas demonstrações financeiras e documentos de reporting;
  • Compreender a importância da fiscalidade, a especificidade das suas regras estritas, legais e obrigatórias e os seus impactos directos, imediato e diferido, sobre os resultados da empresa e no controlo fiscal;
  • Dominar os principais códigos fiscais no âmbito das actividades empresariais.
  • Compreender a organização do dispositivo fiscal Angolano;
  • Conhecer os regimes fiscais aplicáveis às empresas;
  • Posicionar o quadro Fiscal em Angola: a incidência dos principais impostos em Angola.
  • Conhecer e dominar as principais novidades contabilísticas e fiscais implementadas ou a serem implementadas em 2016/2017 em Angola.

Métodos:

  • Expositivo – concretizado pela exposição dos conteúdos programáticos, com o objetivo da envolvência dos formandos nos temas propostos pela ação. (Os recursos para atingir tal objetivo são a visualização e análise de materiais de apoio às sessões e à ação que são disponibilizados aos formandos)
  • Interrogativo – para aferir a compreensão dos formandos sobre a matéria exposta.
  • Ativo – ligação do tema a factos reais, através da aplicação de casos práticos, o que incentiva a discussão entre os formandos e formador sobre os temas/casos apresentados.

Datas/Locais:

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Antevisão do iva – Imposto sobre o valor acrescentado

Programa:

IVA – Imposto Sobre o Valor Acrescentado

  • Incidência objectiva
  • Incidência subjectiva
  • Encargo do imposto
  • Não sujeição
  • Isenções
  • Exigibilidade do Imposto
  • Momento da Liquidação
  • Entrega do imposto
  • Valor tributável
  • Taxas
  • Obrigações declarativas
  • Requisitos de facturação
  • Organização da contabilidade
  • Caducidade da obrigação

Dirigido a:

  • Administradores, Directores Financeiros e Gestores Financeiros;
  • Contabilistas e Profissionais de gestão com responsabilidades nas áreas contabilísticas, financeiras e fiscais;
  • Controllers, Revisores e Auditores;
  • Outros interessados, nomeadamente, os demais colaboradores que exerçam funções nas áreas de marketing, estratégia, planeamento, recursos humanos e produção, entre outras.

Objectivos:

No final da acção, os participantes serão capazes de:

  • Conhecer as principais características do IVA.
  • Aplicar as regras de liquidação e dedução do IVA
  • Conhecer os regimes especiais previstos no IVA
  • Apurar o IVA de um período

Métodos:

  • Expositivo – concretizado pela exposição dos conteúdos programáticos, com o objetivo da envolvência dos formandos nos temas propostos pela ação. (Os recursos para atingir tal objetivo são a visualização e análise de materiais de apoio às sessões e à ação que são disponibilizados aos formandos)
  • Interrogativo – para aferir a compreensão dos formandos sobre a matéria exposta.
  • Ativo – ligação do tema a factos reais, através da aplicação de casos práticos, o que incentiva a discussão entre os formandos e formador sobre os temas/casos apresentados.

Datas/Locais:

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A Interpretação e Análise dos documentos contabilísticos

Programa:

1. Ler o BALANÇO

  • A perspectiva Contabilística.
  • A perspectiva Financeira.
  • A perspectiva dos Capitais.
  • A ligação à Demonstração de Resultados.
  • As várias rubricas do balanço.

2. Ler a CONTA DE RESULTADOS

  • A formação do Resultado.
  • Os diferentes tipos de Margens ou Resultados.
  • Os Resultados por Naturezas dos Custos e dos Proveitos.
  • Os Resultados por Funções Empresariais.
  • A importância da Contabilidade de Gestão nos Resultados por Funções.
  • A ligação ao Balanço.

3. Avaliar a PERFORMANCE FINANCEIRA da empresa

  • O Equilíbrio Financeiro.
  • O Fundo de Maneio Existente.
  • O Fundo de Maneio Necessário.
  • O ciclo da exploração: prazos de armazenagem, recebimento e pagamento.
  • Os indicadores de Liquidez.

4. Avaliar a PERFORMANCE ECONÓMICA da empresa

  • O Valor Acrescentado e a Produtividade.
  • Determinação do E.B.I.T.D.A.
  • Rentabilidade integrada: Fórmula “DuPONT”.
  • Equilíbrio Económico.

5. Avaliar a PERFORMANCE DE FINANCIAMENTO

  • A cobertura do imobilizado.
  • A autonomia financeira.
  • A solvabilidade.

Dirigido a:

  • Administradores, Directores Financeiros e Gestores Financeiros;
  • Contabilistas e Profissionais de gestão com responsabilidades nas áreas contabilísticas, financeiras e fiscais;
  • Controllers, Revisores e Auditores;
  • Outros interessados, nomeadamente, os demais colaboradores que exerçam funções nas áreas de marketing, estratégia, planeamento, recursos humanos e produção, entre outras.

Objectivos:

No final da acção, os participantes serão capazes de:

  • Interpretar a informação disponibilizada pelo Balanço e pela Demonstração de Resultados;
  • Dominar e aplicar as ferramentas de Análise Económica e Financeira;
  • Estabelecer uma abordagem estruturada dos trabalhos de análise.
  • Analisar a performance Económica da empresa: prevenir as Crises de Rentabilidade e avaliar o efeito dos Capitais Alheios;
  • Estabelecer um Quadro de Pilotagem das Actividades empresariais.

Métodos:

  • Expositivo – concretizado pela exposição dos conteúdos programáticos, com o objetivo da envolvência dos formandos nos temas propostos pela ação. (Os recursos para atingir tal objetivo são a visualização e análise de materiais de apoio às sessões e à ação que são disponibilizados aos formandos)
  • Interrogativo – para aferir a compreensão dos formandos sobre a matéria exposta.
  • Ativo – ligação do tema a factos reais, através da aplicação de casos práticos, o que incentiva a discussão entre os formandos e formador sobre os temas/casos apresentados.

Datas/Locais:

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Encerramento de contas

Programa:

ABORDAGEM INTRODUTIVA – FUNDAMENTOS da CONTABILIDADE

  1. Conhecer as disposições gerais das DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
  • Os utentes e as necessidades de Informação.
  • Os objectivos das Demonstrações Financeiras.
  • A responsabilidade pela preparação.
  • Os componentes das Demonstrações Financeiras.

2. Analisar a estrutura conceptual das Demonstrações Financeiras

  • Os atributos.
  • Os pressupostos.
  • Os princípios contabilísticos.
  • Critérios de Reconhecimento das Contas do Balanço.
  • Critérios de Reconhecimento das Contas de Resultados.
  • As Regras de Valorimetria.

3. Compreender os documentos inerentes à INFORMAÇÃO FINANCEIRA

  • O Balanço.
  • A Demonstração de Resultados por NATUREZAS.
  • A Demonstração de Resultados por FUNÇÕES.
  • A Demonstração dos Fluxos de Caixa.
  • A Origem e Aplicação de Fundos.
  • As 49 Notas Explicativas, preconizadas no “PGC”.

4. Interpretar as outras INFORMAÇÕES DE GESTÃO

  • O Relatório de Gestão.
  • O Relatórios do Conselho Fiscal.
  • O Relatórios de Auditoria.

5. Conhecer a NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA EM ANGOLA

  • As Fontes de Normalização.
  • A Normalização Internacional.
  • A Normalização Nacional.

 

ANÁLISE DAS OPERAÇÕES – FIM DE EXERCÍCIO

1.  Analisar as questões relativas aos meios FIXOS e INVESTIMENTOS

  • Conceitos Gerais.
  • Tipos de Investimento.
  • Valorimetria (generalidades).
  • Depreciações: métodos e bases de cálculo.
  • Cálculo de Mais e menos Valias.
  • A especificidade dos Investimentos Financeiros.
  • A equivalência Patrimonial.
  • Os contractos de “Leasing”.

2. Identificar todas rubricas das EXISTÊNCIAS

  • Valorimetria das Entradas e das Saídas.
  • O Reconhecimento dos Descontos Comerciais e dos Descontos Financeiros.
  • Os Sistemas de Inventário Permanente e Inventário Intermitente.
  • As Imparidades.
  • As diferenças de Stocks.

3. Avaliar as principais rubricas das contas a RECEBER E A PAGAR

  • As diferenças cambiais.
  • As imparidades.
  • As Letras de Câmbio.
  • Os encargos com Férias, Subsídios de Férias.
  • A retenção e o pagamento de impostos.
  • Os participantes e as participadas.
  • A periodização económica.
  • As provisões para Riscos e Encargos.

4. Conhecer o que compõem os meios MONETÁRIOS

  • As diferenças cambiais.
  • Os Depósitos Bancários.
  • Os Títulos Negociáveis.

5. Identificar qual a composição do CAPITAL E AS RESERVAS

  • A Realização do capital.
  • As Acções/Quotas próprias.
  • Prestações Suplementares versus Suprimentos.
  • Os Resultados Retidos.

6. Saber como se calculam os RESULTADOS

  • Os Proveitos e Ganhos por natureza.
  • Os Custos e Perdas por natureza.
  • Os Resultados OPERACIONAIS.
  • Os Resultados FINANCEIROS.
  • Os Resultados NÃO OPERACIONAIS.
  • Os Resultados EXTRAORDINÁRIOS.
  • O Resultado LÍQUIDO DO EXERCÍCIO.

Dirigido a:

  • Administradores, Directores Financeiros e Gestores Financeiros;
  • Contabilistas e Profissionais de gestão com responsabilidades nas áreas contabilísticas, financeiras e fiscais;
  • Controllers, Revisores e Auditores;
  • Outros interessados, nomeadamente, os demais colaboradores que exerçam funções nas áreas de marketing, estratégia, planeamento, recursos humanos e produção, entre outras.

Objectivos:

No final da acção, os participantes serão capazes de:

  • Avaliar e contabilizar os Activos Fixos tangíveis e os Activos Intangíveis.
  • Avaliar e contabilizar os inventários.
  • Aplicar o princípio da especialização dos exercícios (periodicidade económica).
  • Avaliar e contabilizar as imparidades em activos.
  • Contabilizar as provisões para riscos e encargos.
  • Avaliar e contabilizar aos activos e passivos financeiros.
  • Construir o balanço e a demonstração de resultados.
  • Compreender a importância da fiscalidade, a especificidade das suas regras estritas, legais e obrigatórias e os seus impactos directos, imediato e diferido, sobre os resultados da empresa e no controlo fiscal.
  • Saber estabelecer as relações entre a contabilidade e as incidências fiscais da empresa.

Métodos:

  • Expositivo – concretizado pela exposição dos conteúdos programáticos, com o objetivo da envolvência dos formandos nos temas propostos pela ação. (Os recursos para atingir tal objetivo são a visualização e análise de materiais de apoio às sessões e à ação que são disponibilizados aos formandos)
  • Interrogativo – para aferir a compreensão dos formandos sobre a matéria exposta.
  • Ativo – ligação do tema a factos reais, através da aplicação de casos práticos, o que incentiva a discussão entre os formandos e formador sobre os temas/casos apresentados.

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Gestão de contas a pagar

Programa:

  1. Os Riscos do Processo de Compra
  • Os objectivos do controlo interno do ciclo de compras
  • Identificar e avaliar os riscos do processo de compra
  • Participar eficazmente no dispositivo de controlo
  1. Documentos Inerentes ao Processo de Compra
  • Nota de Encomenda
  • Nota de recebimento de materiais
  • Nota fiscal de mercadoria
  • Factura e duplicado
  • Nota de débito e Nota de Crédito
  1. Conferência e Calendarização do Pagamento das Facturas
  • As obrigações ligadas à facturação
  • As menções legais que devem constar nas facturas
  • Conferir, bom para pagamento e calendarizar
  • Tratar os litígios
  1. Dominar os Modos de Pagamento
  • O CHEQUE: a Lei Uniforme, o cheque sem “cobertura” e o prazo de apresentação, a disponibilidade dos fundos.
  • As TRANSFERÊNCIAS BANCÁRIAS e DÉBITOS DIRECTOS: características, vantagens e desvantagens.
  • As CONTAS CAUCIONADAS e as CONTAS a DESCOBERTO: âmbito da sua utilização, cuidados a ter na sua utilização.
  • O FACTORING e o CONFIRMING: como e quando utilizar, os prós e os contras destas ferramentas financeiras.
  • O SEGURO de CRÉDITOS e as GARANTIAS BANCÁRIAS
  • O que são? Quando utilizar?
  • Vantagens? Desvantagens?
  • O CRÉDITO DOCUMENTÁRIO:
  • O que é? Como funciona? Quando utilizar?
  1. Processo de Contabilização das Facturas
  • A contabilização das facturas
  • A contabilização dos investimentos
  • A distinção entre capitalização de investimentos e encargos do período
  • As facturas em divisas estrangeiras
  1. Participar na Elaboração das Situações Contabilísticas
  • Análise e justificação das contas de fornecedores
  • O princípio da especialização dos exercícios (contabilidade em regime de acréscimo): as regras de afectação dos encargos ao período
  • Avaliação dos riscos de imparidade (provisionar) ligados ao ciclo da compra
  • A contabilização das operações de encerramento
  1. Regularização de Fornecedores
  • Os meios de pagamento
  • Créditos cedidos pelo fornecedor
  • Contabilização das regularizações
  1. Tratar os impostos sobre as operações do ciclo compras – fornecedores
  • CII – Código do Imposto Industrial
  • CIC – Código do Imposto sobre o Consumo
  1. Planeamento Financeiro
  • Noções e Tipos de Planeamento Financeiro
  • Noção do Planeamento Financeiro
  • Porquê Planear?
  • Conteúdos e Objectivos de um Plano Financeiro Completo

10. Planeamento Financeiro de Curto Prazo

  • Preocupações de curto prazo do Gestor Financeiro
  • Caracterização dos fluxos de tesouraria
  • Diferenças entre lucro e fluxos de tesouraria
  • Origens e Aplicações dos Fluxos de Tesouraria
  • Activo Circulante
  • Passivo a Curto Prazo
  • Elementos do Fundo de Maneio
  • Previsão dos Fluxos de Tesouraria (Orçamento)
  • Fundo de Maneio vs. Fundo de Maneio necessário
  • Saldo de Tesouraria
  • Obtenção de Origens – Financiamento
  • Análise e Redução das Necessidades

Dirigido a:

  • Administradores, Directores Financeiros e Gestores Financeiros;
  • Contabilistas e Profissionais de gestão com responsabilidades nas áreas contabilísticas, financeiras e fiscais;
  • Controllers, Revisores e Auditores;
  • Outros interessados, nomeadamente, os demais colaboradores que exerçam funções nas áreas de marketing, estratégia, planeamento, recursos humanos e produção, entre outras.

Objectivos:

No final da acção, os participantes serão capazes de:

  • Oferecer ao participante condições de entendimento e capacidade de análise das contas a pagar nas empresas, através de uma gestão estratégica de contas a pagar junto às demais áreas da cadeia de negócios.
  • Dominar as regras fiscais e jurídicas úteis à contabilidade de fornecedores;
  • Participar eficazmente no dispositivo de controlo interno;
  • Conferir as facturas;
  • Tratar os Impostos sobre as operações de compras;
  • Participar nas operações de encerramento dos processos de compras;
  • Identificar tipos, conteúdos e objectivos do Planeamento Financeiro;
  • Caracterizar e Identificar aplicações de fluxos de tesouraria;
  • Preparar e/ou tomar decisões financeiras de curto prazo.

Métodos:

  • Expositivo – concretizado pela exposição dos conteúdos programáticos, com o objetivo da envolvência dos formandos nos temas propostos pela ação. (Os recursos para atingir tal objetivo são a visualização e análise de materiais de apoio às sessões e à ação que são disponibilizados aos formandos)
  • Interrogativo – para aferir a compreensão dos formandos sobre a matéria exposta.
  • Ativo – ligação do tema a factos reais, através da aplicação de casos práticos, o que incentiva a discussão entre os formandos e formador sobre os temas/casos apresentados.

Datas/Locais:

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A aplicação das IAS/IFRS

O Curso “A Aplicação das Normas Internacionais de Contabilidade (IAS/IFRS)”, emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), tem como objectivo ministrar uma formação específica sobre o conteúdo e aplicação prática das IAS/IFRS, facultando-se os principais instrumentos que permitam às empresas fazer a passagem das normas contabilísticas angolanas para as normas internacionais, tendo em conta o Instrutivo n.º 20/2016, de 6 de Setembro (Adopção pela primeira vez das Normas Internacionais de Relato Financeiro).

As IAS/IFRS não se referem apenas à introdução de novos princípios e regras de contabilidade, mas a uma mudança mais alargada que envolve as práticas, os modelos de gestão e o desenvolvimento dos negócios.

Programa:

1 – Abordagem prática das normas Internacionais de Contabilidade

  • Introdução às IFRS
  • O IASB e as NIC’s
  • O porquê das NIC’s

2 – Princípios Básicos das NIC’s

  • Apresentação dos aspectos gerais das NIC’s (IAS/IFRS) e da estrutura conceptual
  • Objectivos da informação financeira (IFRS)
  • Características qualitativas (IFRS)
  • Conceitos de capital e manutenção dos mesmos (IFRS)
  • Princípios e normas de reconhecimento e o justo valor

3 – A preparação das Demonstrações Financeiras

  • Estrutura Conceptual para a preparação e apresentação das Demonstrações Financeiras
  • NIC 1 – Apresentação das Demonstrações Financeiras
  • NIC 7 – Demonstração dos Fluxos de Caixa
  • NIC 10 – Acontecimentos após a data do balanço
  • NIC 8 – Resultado líquido do período, erros fundamentais e alterações das políticas contabilísticas
  • NIC 14 – Relato por segmentos
  • NIC 34 – Relato financeiro intercalar

4 – Operações relacionadas com o apuramento dos resultados do período

  • NIC 18 – Rédito
  • NIC 12 – Impostos sobre rendimentos
  • NIC 33 – Resultados por acção.

5 – ACTIVOS E PASSIVOS NÃO FINANCEIROS

  • NIC 16 ACTIVOS FIXOS TANGÍVEIS
  • NIC 17 – Locações
  • NIC 38 – Activos intangíveis
  • NIC 36 – Imparidade de activos
  • NIC 2 – Inventários
  • NIC 23 – Custos dos empréstimos obtidos
  • NIC 37 – Provisões, passivos contingentes e activos contingentes

6 – CONSOLIDAÇÃO E RELAÇÕES ENTRE EMPRESAS

  • NIC 27 – Demonstrações Financeiras Consolidadas e Contabilização de Investimentos em Subsidiárias
  • NIRF 3 – Concentração de Negócios

7 – Questões sobre divulgação

  • Políticas contabilísticas, alterações nas estimativas contabilísticas e erros
  • Aplicação pela primeira vez das Normas Internacionais de Contabilidade
  • Acontecimentos posteriores à data do Balanço
  • Informação por segmentos
  • Segmentos operacionais
  • Informação Financeira Intercalar

8 – ACTIVIDADES

  • Demonstrações financeiras versus avaliação do desempenho e posição financeira de uma empresa
  • Cash-flow usando o método directo
  • Exemplos ilustrativos sobre políticas contabilísticas, alterações nas estimativas contabilísticas, erros e acontecimentos posteriores à data do balanço

Dirigido a:

  • Directores Financeiros, Gestores Financeiros;
  • Controllers;
  • Contabilistas e Profissionais de gestão com responsabilidades na área financeira e fiscal;
  • Contabilistas, Revisores e Auditores;
  • Outros interessados

Objectivos:

No final da acção, os participantes serão capazes de:

  • Fornecer um enquadramento no âmbito das Normas Internacionais de Contabilidade (NIC/IFRS) e a sua importância, num contexto de harmonização contabilística.
  • Abordar os aspectos fundamentais da contabilização das operações segundo as NIC/IFRS.
  • Elaborar uma análise económico-financeira das demonstrações financeiras preparadas de acordo com as normas internacionais.

Métodos:

Centrada na partilha de experiências, este curso alterna os contributos teóricos e as reflexões entre o grupo de participantes:

  • exposições temáticas e debates;
  • ilustração com casos e exercícios práticos;
  • análise de situações apresentadas pelos participantes.

Datas/Locais:

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Auditoria contabilística e financeira

Programa:

1 – INTRODUÇÃO

  • Necessidade de uma informação financeira credível
  • Definição de Auditoria
  • Tipos de Auditoria
  • Normas de Auditoria

2 – PRINCIPIOS E CONCEITOS FUNDAMENTAIS DE AUDITORIA

  • A importância da Normalização Contabilística
  • As implicações Normalização Contabilística nos registos contabilísticos
  • Eficiência do Controle
  • Âmbito de actuação dos Auditores

3 – OBJECTIVOS, CONCEITOS E TÉCNICAS

  • O que se espera do trabalho dos Auditores
  • Funções dos Auditores
  • Procedimentos de Auditoria
  • Procedimentos comuns de Auditoria

4 – O RISCO DE AUDITORIA

  • Tipos de risco
  • Origens de risco no trabalho de Auditoria

5 – PAPÉIS DE TRABALHO

  • A importância da concepção e utilização de documentos de trabalho em Auditoria
  • Dossier permanente
  • Dossier corrente

6 – AUDITORIA AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

  • Activos Fixos Tangíveis – Imobilizado Corpóreo
  • Activos Intangíveis – Imobilizado Incorpóreo
  • Investimentos Financeiros
  • Inventários
  • Vendas e Contas a Receber
  • Meios Financeiros
  • Capitais Próprios
  • Provisões, Acréscimos de Diferimentos
  • Financiamentos Obtidos
  • Compras e Contas a Pagar
  • Estado

7 – PREVENÇÃO E DETECÇÃO DE FRAUDES E ERROS

  • Distinção entre Fraude e Erro
  • Os tipos de fraude comuns possíveis de ocorrência nas demonstrações financeiras
  • Protecção contra a fraude
  • Meios e mecanismos de prevenção da ocorrência de fraude

8 – DA AUDITORIA FINANCEIRA À AUDITORIA DE GESTÃO

  • Necessidade de Informação Financeira credível
  • A importância da credibilidade da informação financeira produzida
  • A relevância da independência do auditor
  • Responsabilização dos Auditores, Directores, Administradores, etc.

9 – ELABORAÇÃO DA FORMULAÇÃO DE CONCLUSÕES

  • A finalização dos relatórios de auditoria.
  • A emissão da opinião sobre as contas.
  • A formulação de recomendações de controlo interno.
  • O acompanhamento da implementação das recomendações.

Dirigido a:

  • Todos os profissionais que ocupam a função de Auditores internos com responsabilidade na área de auditoria Contabilística e Financeira e Responsáveis Contabilísticos que desejem conhecer e utilizar as técnicas da Auditoria.

Objectivos:

No final da acção, os participantes serão capazes de:

  • compreender os princípios e as técnicas da Auditoria Contabilística e Financeira;
  • conhecer e viabilizar o sistema de produção e de controlo da informação contabilística e financeira.
  • Compreender a necessidade das auditorias;
  • Organizar o trabalho para efectuarem uma auditoria;
  • Elaborar relatórios e pareceres de auditoria.

Métodos:

Centrada na partilha de experiências, este curso alterna os contributos teóricos e as reflexões entre o grupo de participantes:

  • exposições pelo formador, complementadas com exercícios, trocas de experiências.

Datas/Locais:

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Gastos de Produção e Sistemas de Custeio

  • A imputação de mais ou menos factores de Custo aos Produtos fabricados ou aos Serviços prestados, tem um impacto na sua Margem e, consequentemente, na sua viabilidade económica.
  • Um inadequado sistema de Custeio, o desconhecimento dos seus componentes, pode levar à tomada indevida de decisões.

Programa:

1. Reconhecer a importância do Controlo de Custos, na Performance Empresarial

  • As insuficiências da Informação da Contabilidade Geral.
  • A necessidade de dispor de informação por segmentos (Produtos, Serviços, Geografias, . . .)

2. Conhecer a Formação do preço de custo

  • O custo primo.
  • Os custos de transformação.
  • Os custos de produção (bens e serviços).
  • Os custos administrativos, comerciais e financeiros.
  • Os custos figurativos.

3. Calcular a Formação dos Resultados (margens)

  • Os estádios do lucro: lucro bruto; lucro líquido; lucro puro ou sobre lucro.
  • Os Resultados por Natureza versus Resultados por Funções.

4. Acompanhar e Controlar as Realizações

  • A avaliação do Risco associado à estrutura dos Custos.
  • Como reduzir e controlar os Custos Variáveis?
  • Como reduzir e controlar os Custos Fixos?
  • A importância do Ponto Crítico das Vendas (Break Even Point).
  • A margem de segurança.
  • A tomada de decisões com base no Resultado Marginal.

5. Calcular o apuramento dos Custos da Produção

  • O método directo, associado à gestão da produção por encomenda.
  • O método Indirecto, associado à gestão da produção contínua.
  • O contributo da área da Produção para estabelecer os Custos dos Produtos acabados e semi-acabados.

6. Avaliar os Sistemas Tradicionais de apuramento dos Custos da Produção

  • A Distinção entre encargos directos e indirectos.
  • O Custeio Total: vantagens e desvantagens.
  • O Custeio Racional: contributo para o controlo financeiro das Ineficiências.
  • O Custeio Directo: uma forma de obviar a aplicação de chaves de repartição aos custos indirectos.
  • A Reflexão das várias Escolas de gestão sobre as versões puristas e actuais destes Sistemas de Custeio e o seu impacto no CUSTO FINAL.

7. Compreender a filosofia dos Centros de Custo

  • A importância das Secções Homogéneas, enquanto formato de Planeamento Financeiro.
  • A sua Classificação, Definição e Características.

8. Conhecer as técnicas avançadas de análise dos custos

  • Os princípios de “Activity Based Costing”.
  • As actividades a definir e escolher os indutores.
  • O cálculo do valor dos indutores e os custos dos produtos.

9. Calcular os preços de transferência interna (PTI’s)

  • Baseados em custos reais.
  • Baseados em custos padrão.
  • Baseados nos preços do mercado.
  • Vantagens e inconvenientes.

Dirigido a:

  • Colaboradores e Responsáveis pelo Planeamento e Controlo de Gestão.
  • Responsáveis por áreas Industriais e de Produção.
  • Todos os profissionais que tenham responsabilidades ao nível do Controlo Operacional.

Objectivos:

No final da acção, os participantes serão capazes de:

  • Explorar e utilizar adequadamente os diferentes métodos de cálculo dos custos.
  • Difundir os indicadores pertinentes como instrumento de ajuda à decisão.

Métodos:

  • Exposições pelo formador, complementadas com exercícios.
  • Trocas de experiências com o grupo de participantes.
  • Estudo de caso. Criação de cenários.
  • Utilização de micro-computador (Ms. EXCEL).

Datas/Locais:

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Realizar uma análise económica e financeira

As restrições de crédito impostas à economia, pressionam INVESTIDORES, FINANCIADORES e todas as ENTIDADES QUE CONCEDEM CRÉDITO a serem cada vez mais criteriosos na análise dos riscos Económicos e dos riscos Financeiros das suas parcerias.

O conhecimento e domínio das técnicas de Análise Económica e Financeira, bem como das suas condicionantes, são naturalmente um PONTO FORTE a reter pelas empresas, por forma a fazer face à AMEAÇA dos desequilíbrios a nível interno e a nível externo.

Programa:

1 Preparar uma análise económica e financeira

  • Identificar os principais objectivos e os destinatários da informação:
    • investidores, financiadores, fornecedores, clientes, a própria gestão da empresa, bem como outros credores comerciais.
  • Definir as etapas de uma abordagem estruturada.
  • Estabelecer os instrumentos e as ferramentas de análise.

 

2 Avaliar a ESTRUTURA FINANCEIRA

  • As várias leituras das rubricas do balanço:
    • óptica contabilística;
    • óptica dos movimentos de capital;
    • óptica Financeira.
  • Ajustamentos ao balanço contabilístico para passar ao balanço financeiro:
    • compromissos de crédito ou de locação financeira;
    • créditos por mobilização de dívida de clientes.
  • O equilíbrio entre investimentos (aplicações de fundos) e financiamentos (origem de fundos):
    • conceito de equilíbrio financeiro mínimo.
  • O fundo de maneio existente, as necessidades de fundo de maneio e a tesouraria líquida.
  • Analisar as crises da tesouraria e as soluções associadas.

 

3 Calcular e interpretar os rácios mais significativos da análise financeira

  • Rácios de actividade: avaliar o Ciclo de Exploração:
    • prazos médios de recebimento, de pagamento e de armazenagem.
  • Rácios de tesouraria: avaliar a capacidade de endividamento a curto prazo:
    • Liquidez Geral, Liquidez Reduzida e Liquidez.
  • Rácios de estrutura: avaliar a capacidade de endividamento a longo prazo:
    • cobertura do imobilizado, autonomia financeira, solvabilidade, etc.

 

4 Avaliar a rentabilidade dos negócios

  • Análise da evolução da actividade: incidência das Quantidades, Custos e Preços de Venda:
    • o Break Even Point (limiar da rentabilidade).
  • Avaliar a rentabilidade graças ao quadro de Indicadores intermédios de gestão:
    • Margem bruta, Valor Acrescentado Bruto (VAB, Resultado operacional, Resultado financeiro, Resultado antes de Impostos (RAI) e Resultado líquido.
  • Avaliar a capacidade do negócio em gerar fluxos financeiros positivos:
    • a importância do cálculo do EBITDA
  • Avaliar o equilíbrio económico:
    • o efeito alavanca da taxa de juro;
    • o efeito alavanca fiscal.

 

5 Calcular e interpretar os rácios mais significativos da análise económica

  • Rácios de rentabilidade de gestão:
    • rentabilidade das vendas, rotação dos activos.
  • Rácios dos efeitos alheios à gestão:
    • efeito dos resultados financeiros, efeitos fiscal.
  • Rácios de rentabilidade dos capitais investidos:
    • rentabilidade do activo, rentabilidade e alavancagem dos capitais próprios.

 

6 Estruturar uma análise Económica e Financeira

  • A análise retrospectiva e as tendências para os próximos exercícios.
  • Evolução da estrutura Financeira: os grandes equilíbrios do balanço.
  • A rentabilidade dos capitais Investidos.
  • As zonas de risco; as pistas de recomendações.
  • A selecção dos indicadores de referência; o rigor na sua abordagem.
  • A importância de parametrizar informação; desenvolver o espírito de síntese.

Dirigido a:

  • Colaboradores e Responsáveis pelo Controlo de Crédito a Clientes.
  • Responsáveis por áreas de Financiamento.
  • Analistas Financeiros.
  • Todos os profissionais que tenham responsabilidades ao nível do Controlo de Gestão e das áreas de Finanças, Contabilidade e Gestão.

Objectivos:

No final da acção, os participantes serão capazes de:

  • interpretar a informação disponibilizada pelo Balanço e pela Demonstração de Resultados;
  • dominar e aplicar as ferramentas de Análise Económica e Financeira;
  • estabelecer uma abordagem estruturada dos trabalhos de análise.

Métodos:

A orientação do curso fará apelo a uma pedagogia activa baseada em:

  • exposição metodológica e debates com troca de experiências e reflexões dos participantes;
  • casos práticos de síntese, para que o grupo possa treinar com dados quantificados;
  • estudo de caso com recurso à folha de cálculo EXCEL.

Datas/Locais:

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Fiscalidade em Angola

Programa:

1. COMPREEDER O SISTEMA FISCAL ANGOLANO

  • Estabelecer as diferenças entre: IMPOSTOS, TAXAS, CONTRIBUIÇÕES e EMOLUMENTOS.
  • Noção de ESTABELECIMENTO ESTÁVEL; SEDE e DIRECÇÃO EFECTIVA.
  • Definição de CONTRIBUINTE.
  • A figura da Unidade de Correcção Fiscal (UCF).
  • Os impostos directos e os impostos indirectos.
  • Os impostos proporcionais, os impostos progressivos e os impostos degressivos.
  • As 4 fases da vida do Imposto: INCIDÊNCIA; LANÇAMENTO; LIQUIDAÇÃO e COBRANÇA.

2. IRT – IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DO TRABALHO

  • Definição de Remunerações
    • O que são Remunerações
    • O que não são Remunerações
  • Incidência
  • Matéria Colectável
  • Contribuintes por Conta Própria
  • Contribuintes por Conta de Outrem
  • Não incidência do Imposto Sobre o Rendimento do Trabalho
  • Isenções
  • Taxas Aplicadas
    • Trabalhadores por Conta Própria
    • Trabalhadores por Conta de Outrem
    • Segurança Social
  • Liquidação
  • Cobrança
  • Fiscalização

3. IMPOSTO INDUSTRIAL

    • Incidência objectiva e subjectiva;
    • Grupos de Tributação;
    • Isenções (exemplos);
    • Deduções à Matéria Colectável;
    • Custos e Perdas não aceites (exemplos);
    • Determinação da Matéria Colectável;
    • Taxas;
    • Obrigações – Liquidação, Cobrança e Fiscalização;
    • Deduções à Colecta (exemplos);
    • Penalidades previstas.

4. IC – IMPOSTO DE CONSUMO

  • Características
  • Incidência;
  • Exclusões e Isenções;
  • Valor Tributável;
  • Taxa Geral e Taxas Específicas;
  • Liquidação;
  • Cobrança e Fiscalização;
  • Penalizações.

5. SS – SEGURANÇA SOCIAL

  • Contribuições para a Segurança Social
  • Características;
  • Incidência objectiva e subjectiva;
  • Isenções;
  • Taxas;
  • Liquidação;
  • Cobrança e fiscalização;
  • Penalidades.

Dirigido a:

Objectivos:

Objectivos Gerais

  • Dominar os principais códigos fiscais no âmbito das actividades empresariais.

Objectivos específicos

  • compreender a organização do dispositivo fiscal Angolano;
  • conhecer os regimes fiscais aplicáveis às empresas;
  • posicionar o quadro Fiscal em Angola: a incidência dos principais impostos em Angola.

Métodos:

Centrado na vertente prática, este curso alterna os contributos teóricos e as trocas de experiências entre o grupo de participantes:

  • exposições teóricas e resolução de Casos Práticos;
  • utilização da folha de cálculo EXCEL.

Datas/Locais:

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Orçamentação e Controlo de Gestão

Programa:

1. Situar o controlo de gestão entre os diversos sistemas de informação da empresa

  • A contabilidade geral versus contabilidade analítica.
  • O contributo da contabilidade de gestão na recolha e tratamento da Informação.
  • O controlo orçamental versus controlo de gestão.

2. Dominar a lógica do procedimento Orçamental

  • As etapas do procedimento orçamental.
  • A definição de centros de responsabilidade orçamental.
  • O orçamento de vendas e dos encargos de vendas.
  • Os orçamentos de exploração.
  • O orçamento de tesouraria e o orçamento financeiro.
  • Ter em conta os Investimentos.
  • A conta de resultados e o balanço previsionais.

3. Desenvolver instrumentos de acompanhamento e de controlo das realizações

  • O que é preciso acompanhar e como?
  • Os orçamentos? Os produtos ou famílias de produtos? Os negócios, as actividades, os processos? Os custos, as margens?
  • Um modelo de desvios nas áreas operativas.
  • O controlo da actividade: a noção de orçamento flexível.
  • Introduzir a análise de desvios: desvios de actividade, de custos e de eficácia.
  • Propor as medidas correctivas.

4. Interpretar a Informação Contabilística

  • As várias ópticas para compreender o significado do balanço.
  • Saber interpretar ou calcular as rubricas respeitantes à actividade e à rentabilidade, pasmadas na Demonstração dos Resultados.

5. Acompanhar e Avaliar a Performance Financeira

  • Compreender o equilíbrio financeiro mínimo.
  • Determinar o fundo de maneio existente, saber propor “remédios” para o seu equilíbrio.
  • Avaliar o Ciclo de Exploração da empresa. Conhecer as ferramentas para a sua estabilização.
  • Interpretar os Indicadores de liquidez. Estabelecer alertas de controlo.
  • Avaliar os Fluxos de Caixa ocorridos nas áreas: operacional, investimento e financiamento.
  • Interpretar e calcular os indicadores de Endividamento.

6. Acompanhar e Avaliar a Performance Económica

  • Saber calcular o EBITDA. Interpretar o seu significado.
  • Metodologia de construção de uma pirâmide de indicadores de rentabilidade.
  • Avaliar o equilíbrio económico: rentabilidade dos investimentos versus custo dos financiamentos.

Dirigido a:

  • Colaboradores do Planeamento e Controlo de Gestão
  • Colaboradores das áreas Comercial e de Marketing
  • Colaboradores das áreas Industriais e de Produção
  • Todos os profissionais que tenham responsabilidades ao nível da recolha e tratamento de informação de Gestão.

Objectivos:

No final da acção, os participantes serão capazes de:

  • Interpretar as Demonstrações Financeiras
  • Desenhar um Modelo de Controlo de Gestão
  • Acompanhar as actividades, os Custos e as Margens
  • Estabelecer um Quadro de Indicadores (“tableau de bord”) para a Gestão

Métodos:

  • exposições e debates;
  • troca de experiências;
  • trabalhos práticos em subgrupos.

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Auditoria e controlo interno

Programa:

1. A Auditoria e o Controlo interno. Conceitos e as suas funções na empresa

  • A noção de Auditoria e Controlo interno:
    • a evolução histórica do controlo interno;
    • os standards e normas profissionais;
    • inquérito sobre a importância do controlo interno;
    • missão e objectivos da auditoria interna;
    • tipos de auditoria;
    • conteúdo da auditoria interna;
    • posicionamento na estrutura organizativa;
    • limites;
    • actores envolvidos.

2. Conhecer e utilizar a metodologia e as técnicas da auditoria

  • A metodologia geral.
  • Noção de risco.
  • Os papéis de trabalho e os relatórios.
  • Os métodos de avaliação do controlo interno:
    • organogramas;
    • flow charts;
    • grelhas de separação de funções;
    • questionários.
  •  As técnicas da auditoria financeira aplicáveis à avaliação do controlo interno:
    • metodologia;
    • abordagem aos riscos;
    • nível de materialidade;
    • os procedimentos de auditoria.

3. A organização e a gestão de uma unidade de auditoria interna

  • Recrutamento e gestão das equipas.
  • Planeamento e controlo da actividade de auditoria.

4. Auditores e auditados: identificar e reunir as condições para uma colaboração bem sucedida

  • A definição clara e realista da missão da empresa.
  • A definição de objectivos específicos.
  • A implementação de medidas de correcção.
  • As relações com os auditores.
  • Respeitar e fazer respeitar um “código de boa conduta”.

Dirigido a:

  • Responsáveis e colaboradores das áreas de Auditoria e Controlo Interno.
  • Responsáveis por unidades operacionais que pretendam implementar um sistema de controlo interno e de auditoria nas suas actividades.

Objectivos:

No final da acção, os participantes serão capazes de:

  • Compreender os princípios do controlo interno e o respectivo processo de implementação.
  • Conhecer e utilizar a metodologia e as técnicas de base da auditoria.
  • Compreender o papel dos auditores e os métodos de trabalho.
  • Posicionar e optimizar a função da Auditoria Interna dentro da organização.

Métodos:

  • A animação do curso é assegurada por especialista de auditoria, com experiência desta actividade em várias empresas.
  • As exposições serão ilustradas com casos concretos, para facilitar a transposição para as necessidades dos participantes.

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Contabilidade avançada

O encerramento anual das contas, representa para os envolvidos, uma das obrigações para a qual o estímulo de competências técnicas constitui um elemento central.

A par do encerramento contabilístico, o cumprimento das obrigações legais e fiscais, bem como a eficiência fiscal, afigura-se como uma das linhas

No decorrer do Curso irão ficar a conhecer os procedimentos necessários ao encerramento de contas e a saber fazer as análises necessárias ao fecho anual de contas.

Programa:

ABORDAGEM INTRODUTIVA – FUNDAMENTOS

1.Conhecer as disposições gerais das DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

  • Os utentes e as necessidades de Informação.
  • Os objectivos das Demonstrações Financeiras.
  • A responsabilidade pela preparação.
  • Os componentes das Demonstrações Financeiras.

2.Analisar a estrutura conceptual das Demonstrações Financeiras

  • Os atributos.
  • Os pressupostos.
  • Os princípios contabilísticos.
  • Critérios de Reconhecimento das Contas do Balanço.
  • Critérios de Reconhecimento das Contas de Resultados.
  • As Regras de Valorimetria.

3.Compreender os documentos inerentes à INFORMAÇÃO FINANCEIRA

  • O Balanço.
  • A Demonstração de Resultados por NATUREZAS.
  • A Demonstração de Resultados por FUNÇÕES.
  • A Demonstração dos Fluxos de Caixa.
  • A Origem e Aplicação de Fundos.
  • As 49 Notas Explicativas, preconizadas no “PGC”.

4.Interpretar as outras INFORMAÇÕES DE GESTÃO

  • O Relatório de Gestão.
  • O Relatórios do Conselho Fiscal.
  • O Relatórios de Auditoria.

5.Conhecer a NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA EM ANGOLA

  • As Fontes de Normalização.
  • A Normalização Internacional.
  • A Normalização Nacional.

ANÁLISE DAS OPERAÇÕES

6.Analisar as questões relativas aos meios FIXOS e INVESTIMENTOS

  • Conceitos Gerais.
  • Tipos de Investimento.
  • Valorimetria (generalidades).
  • Depreciações: métodos e bases de cálculo.
  • Cálculo de Mais e menos Valias.
  • A especificidade dos Investimentos Financeiros.
  • A equivalência Patrimonial.
  • Os contratos de “Leasing”.

7.Identificar todas rubricas das EXISTÊNCIAS

  • Valorimetria das Entradas e das Saídas.
  • O Reconhecimento dos Descontos Comerciais e dos Descontos Financeiros.
  • Os Sistemas de Inventário Permanente e Inventário Intermitente.
  • As Imparidades.
  • As diferenças de Stocks.

8.Avaliar as principais rubricas das contas a RECEBER E A PAGAR

  • As diferenças cambiais.
  • As imparidades.
  • As Letras de Câmbio.
  • Os encargos com Férias, Subsídios de Férias.
  • A retenção e o pagamento de impostos.
  • Os participantes e as participadas.
  • A periodização económica.
  • As provisões para Riscos e Encargos.

9.Conhecer o que compõem os meios MONETÁRIOS

  • As diferenças cambiais.
  • Os Depósitos Bancários.
  • Os Títulos Negociáveis.

10.Identificar qual a composição do CAPITAL E AS RESERVAS

  • A Realização do capital.
  • As Ações/Quotas próprias.
  • Prestações Suplementares versus Suprimentos.
  • Os Resultados Retidos.

11.Saber como se calculam os RESULTADOS

  • Os Proveitos e Ganhos por natureza.
  • Os Custos e Perdas por natureza.
  • Os Resultados OPERACIONAIS.
  • Os Resultados FINANCEIROS.
  • Os Resultados NÃO OPERACIONAIS.
  • Os Resultados EXTRAORDINÁRIOS.
  • O Resultado LÍQUIDO DO EXERCÍCIO.

Dirigido a:

  • Este Curso destina-se a todos os profissionais das áreas contabilísticas, administrativa e financeira com responsabilidades que ao nível da contabilização das operações, assim como ao nível do encerramento anual de contas.

Objectivos:

No final da formação os participantes deverão ser capazes de:

  • Avaliar e contabilizar os Activos Fixos tangíveis e os Activos Intangíveis;
  • Avaliar e contabilizar os Inventários;
  • Aplicar o princípio da especialização dos exercícios (periodicidade económica);
  • Avaliar e contabilizar as Imparidades em activos;
  • Calcular e contabilizar as Provisões para riscos e encargos;
  • Calcular e contabilizar as Amortizações e Depreciações;
  • Construir o balanço e a demonstração de resultados;
  • Compreender a importância da fiscalidade, a especificidade das suas regras estritas, legais e obrigatórias e os seus impactos directos, imediato e diferido, sobre os resultados da empresa e no controlo fiscal;
  • Saber estabelecer as relações entre a contabilidade e as incidências fiscais da empresa

Métodos:

Centrado na vertente prática, este curso alterna os contributos teóricos e as trocas de experiências entre o grupo de participantes:

  • exposições teóricas em alternância com Casos Práticos;
  • utilização da folha de cálculo EXCEL;
  • discussão de situações apresentadas pelos participantes.

Datas/Locais:

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Contabilidade

A Contabilidade é necessária para toda e qualquer empresa independentemente do seu tamanho, segmento e da forma de tributação.

A Contabilidade é o grande instrumento que auxilia a administração a tomar decisões.

Programa:

1. Contabilidade de Angola (PGC)

1.1 Conhecer a Estrutura Conceptual do Sistema Contabilístico em Angola

  • Conhecer o Plano Geral de Contabilidade de Angola (PGC).
  • Características qualitativas e as bases de apresentação das demonstrações financeiras:
    • relevância; fiabilidade; continuidade e acréscimo.
  • Princípios contabilísticos:
    • consistência; materialidade; não compensação de saldos e comparabilidade.

1.2 Compreender os critérios para reconhecimento das contas do balanço

  • Os activos não correntes e correntes:
    •  as imobilizações corpóreas e incorpóreas; os investimentos financeiros versus aplicações de tesouraria; as existências; as contas de terceiros a receber; os meios monetários;
  • Os passivos não correntes e correntes:
    • as provisões para riscos e encargos; as contas de terceiros a pagar; os passivos contingentes.
  •  O capital próprio:
    • o capital; as acções/quotas próprias e prémios de emissão; as prestações suplementaresversus suprimentos; as reservas legais, estatutárias e livres; os resultados transitados e resultado do exercício.

1.3 Compreender os Critérios para reconhecimento das CONTAS DA DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS

  • Os Proveitos:
    • critérios gerais; vendas e Prestações de Serviços; royalties; juros; diferenças de Câmbio Favoráveis; subsídios à Exploração versus Subsídios ao Investimento.
  • Os Custos:
    • critérios gerais; despesas de Investigação e Desenvolvimento; custos dos empréstimos obtidos; diferenças de Câmbio Desfavoráveis.
  • Situações Extraordinárias:
    • as correcções de Exercícios anteriores; o conceito de “ERRO FUNDAMENTAL”; alterações das políticas contabilísticas.
  • Dominar as BASES DE VALORIMETRIA:
    • o conceito de Valorimetria; o Custo Histórico; o Custo Corrente; o Custo-Padrão ou Standard; o Custo Plurianual; o Custo pelo Método do Retalho; o Valor Realizável e o Valor Realizável Líquido; o Justo Valor; o Valor Presente ou Actual; o Preço de Compra versus Custo de Aquisição.
  • Interpretar e compreendera INFORMAÇÃO FINANCEIRA:
    • os objectivos; os destinatários e os responsáveis pela preparação, divulgação e arquivo da Informação; o Balanço; a Demonstração de Resultados por NATUREZAS; a Demonstração de Resultados por FUNÇÕES; a Demonstração dos Fluxos de Caixa; a origem e Aplicação de Fundos; as notas explicativas: instrumento fundamental de Informação.

Dirigido a:

  • Colaboradores dos Departamentos de Contabilidade, Financeiro e Controlo de Gestão.
  • Secretárias de Direcção e outros colaboradores que necessitam de dominar a linguagem contabilística e financeira.

Objectivos:

No final da formação os participantes deverão ser capazes de:

  • aconhecer as especificidades do Sistema de Normalização Contabilística em Angola;
  • interpretar o relato das Demonstrações Financeiras em Angola;
  • identificar as principais diferenças entre o normativo contabilístico Angolano e o normativo contabilístico Internacional.

Métodos:

Centrado na vertente prática, este curso alterna os contributos teóricos e as trocas de experiências entre o grupo de participantes:

  • exposições teóricas e resolução de Casos Práticos.

Datas/Locais:

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Previsões, gestão e controlo de tesouraria

Programa:

1- Posicionar a tesouraria na empresa

  • As Funções do tesoureiro
  • A ligação da tesouraria com os demais departamentos da empresa

2- Praticar as previsões de tesouraria

  • Os ciclos financeiros da empresa
  • A recolha das informações necessárias para as previsões
  • As técnicas de previsão: data-valor; método dos fluxos e dos saldos
  • Construir um orçamento anual: elementos e cuidados a considerar

3- As Origens e Aplicações de Fundos

  • Activos Correntes / Passivos Correntes
  • O Fundo de Maneio
  • As Necessidades de Fundo de Maneio
  • A Tesouraria Líquida

4 -Estudar as operações de tesouraria

  • As variáveis base:
    • Contagem de prazos;
    • Taxas de juro;
    • Comissões
  • As aplicações financeiras
  • As operações de desconto de títulos:
    • Desconto comercial; e
    • Desconto racional
  • As contas correntes caucionadas
  • Quadros de amortização de dívida
  • As operações de leasing
  • Outros instrumentos financeiros.

5- Utilizar os instrumentos de controlo de tesouraria

  • A utilização dos mapas contabilísticos
  • Os mapas de idade de saldos
  • O quadro de “posição de tesouraria”
  • As previsões das origens e das aplicações de tesouraria – o mapa financeiro
  • O orçamento anual e a análise dos desvios

6- Análise da Eficácia da Tesouraria na Empresa

  • Capacidade de previsão e de aplicação das técnicas de previsão
  • Capacidade de negociação
  • Gestão dos excedentes e das necessidades

7- Organizar a gestão quotidiana

  • Os princípios de organização da gestão quotidiana:
    • Modo de repartição dos movimentos por banco, vantagens de informatização e da automatização das trocas de dados.

8- Conduzir um contacto de recuperação extrajudicial de crédito vencido

  • A utilização dos mapas contabilísticos.
  • Os mapas de idade de saldos.
  • O quadro de “posição de tesouraria”.
  • As previsões das origens e das aplicações de tesouraria:
    • Mapa financeiro.

Dirigido a:

  • Todos os colaboradores dos Serviços de Tesouraria e Contabilidade

Objectivos:

No final da acção, os participantes serão capazes de:

  • conhecer os métodos e as ferramentas para a gestão eficaz dos recursos financeiros e de curto prazo;
  • dominar os métodos para previsão dos pagamentos e recebimentos com vista a evitar situações de ruptura de tesouraria por falta ou ineficácia de previsão;
  • saber quantificar as necessidades financeiras e os recursos financeiros de exploração.

Métodos:

Este curso alterna os contributos teóricos e as reflexões entre o grupo de participantes:

  • Exercícios e estudo de casos práticos;
  • Trabalhos individuais em subgrupos;
  • Apresentação de exemplos reais pelos participantes;
  • Concepção de um orçamento de tesouraria.

Datas/Locais:

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Finanças para comerciais

Programa:

1. Ter uma visão clara dos mecanismos financeiros da Empresa

  • Como interpretar as informações essenciais contidas num balanço e na conta de resultados.
  • Dominar as noções chave: o fundo de maneio e a liquidez.
  • Avaliar a solidez financeira de uma empresa:
    • o endividamento;
    • a rendabilidade de exploração;
    • o ponto morto económico (break even point).

2. Apreciar em todas as negociações, o impacto económico das suas decisões comerciais

  • Avaliar para a empresa os riscos de uma devolução, de uma modificação dos modos de pagamento ou de uma degradação dos atrasos de pagamento.
  • O “ROI” (Return on Investment).
  • Vender ao preço justo:
    • cálculo do ponto crítico;
    • cálculo de margens.

3. Selecionar os seus clientes e limitar os riscos dos incobráveis

  • Avaliar o custo e o impacto de um incobrável.
  • Obter as informações necessárias:
    • onde encontrá-las?
    • como interpretá-las?
    • em que rácios ou índices se deve fiar?
  • A criação de uma metodologia eficaz de decisão.

Dirigido a:

  • Quadros comerciais que, quotidianamente são chamados a tomar decisões “financeiras” com os clientes.
  • Responsáveis que desejem consolidar a sua cultura financeira para trabalhar mais eficazmente com os interlocutores de alto nível.
  • Chefias que compreenderam a necessidade de sensibilizar fortemente os seus vendedores para as consequências da sua negociação.

Objectivos:

No final da acção, os participantes serão capazes de:

  • Adquirir a cultura financeira indispensável aos comerciais no contexto actual.
  • Saber avaliar a situação e a solidez financeira dos seus clientes, pesquisar e avaliar assim os riscos ligados à venda.
  • Poder apreciar e controlar o impacto económico e financeiro das decisões comerciais mais correntes (devoluções, atrasos de pagamento, etc.) e estar assim melhor preparado nas suas negociações.

Métodos:

  • Exposições teóricas sobre os conceitos económicos e financeiros essenciais para tomar decisões comerciais.
  • Exemplos práticos.

Datas/Locais:

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Elaborar um Business Plan

Programa:

1. Defender a sua estratégia

  • Analisar a posição estratégica actual: os três círculos da análise estratégica:
    • instrumentos de análise estratégica: segmentação, matrizes de Porter e Mackinsey, SWOT, cadeia de valor;
    • determinar um posicionamento e um modelo de negócio, missão da empresa, objectivos operacionais.
    • elaborar os planos de acção: investimentos, investigação, produção, comercial, recrutamento.

Exercício: definir as oportunidades e as ameaças do contexto, os pontos fortes e os pontos fracos de um projecto de investimento.

2. Elaborar as previsões de investimento e de actividade

  • Quantificar o custo do investimento e dos ganhos futuros.
  • Convencer da pertinência das hipóteses.
  • Abordagem “marketing” para avaliar ganhos futuros.
  • Calcular as necessidades de fundo de maneio (NFM).

3. Avaliar a rentabilidadeprevisional

  • Os parâmetros: custo inicial, fluxos futuros, duração e valor residual.
  • A taxa de actualização: custo dos capitais e prémio de risco.
  • Critérios de escolha: prazo, VAL, TIR, IR.
  • Realizar a análise de sensibilidade.
  • Medidas de criação de valor: EVA.

Exercício: avaliar a rentabilidade financeira de um projecto.

4. Financiar o seu projecto

  • Construir o quadro de fluxos previsional.
  • Determinar a necessidade de financiamento.
  • Avaliar a estrutura financeira a prazo: rácios de endividamento e capacidade de reembolso. Estudo de um caso: construir uma simulação completa.

5. Redigir o Business Plan

  • Conselhos práticos de redacção.
  • Apresentação de planos-tipo.
  • Importância dos documentos a fornecer em anexo.

Dirigido a:

  • Chefes de projecto.
  • Controladores de gestão.
  • Quadros financeiros, quadros comerciais, de produção e de I&D.
  • Responsáveis pela implantação de instrumentos e planeamento na empresa.

Objectivos:

No final da acção, cada participante estará apto a:

  • situar o seu projecto na estratégia da empresa;
  • avaliar a rentabilidade financeira do seu projecto;
  • elaborar um plano de financiamento previsional;
  • apresentar o seu plano de maneira convincente.

Métodos:

  • Exposições metodológicas e debates.
  • Estudo de casos sobre as etapas de elaboração de um Business Plan.
  • Análise estratégica até à simulação financeira.
  • Análise de situações apresentadas pelos participantes.

Datas/Locais:

Início
Fim
Horário
Local
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Análise de projectos de investimento

Programa:

1. Enquadrar o conceito de projecto e de projecto de investimento.

2. Compreender as fases associadas a um projecto de investimento.

3. Apreender as diferenças entre Cash Flow e Lucro Contabilístico.

4. Entender a importância da avaliação financeira e os critérios de avaliação financeira de projectos.

5. Desenvolver os critérios de avaliação

  • Compreender os principais critérios de avaliação.
  • A selecção de investimentos.
  • Comparar os critérios associados ao VAL e ao TIR.
  • A problemática das taxas e duração dos projectos.

6. Estruturar os projectos em função de análises fundamentais

  • A análise de risco na gestão de projectos.
  • A análise económica.
  • A análise social.

Dirigido a:

Objectivos:

No final da acção, cada participante estará apto a:

  • conhecer os critérios essenciais à avaliação financeira do projecto;
  • transmitir aos participantes os métodos teóricos necessários à avaliação de projectos de investimentos.

Métodos:

  • Uma metodologia que inclui trocas de experiências práticas entre o grupo de participantes, estudo
    de casos reais.

Datas/Locais:

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Finanças empresariais em Angola

Programa:

A INTERPRETAÇÃO E ANÁLISE  DOS DOCUMENTOS CONTABILÍSTICOS

1. Ler o BALANÇO

  • A perspectiva Contabilística.
  • A perspectiva Financeira.
  • A perspectiva dos Capitais.
  • A ligação à Demonstração de Resultados.
  • As várias rubricas do balanço.

2. Ler a CONTA DE RESULTADOS

  • A formação do Resultado.
  • Os diferentes tipos de Margens ou Resultados.
  • Os Resultados por Naturezas dos Custos e dos Proveitos.
  • Os Resultados por Funções Empresariais.
  • A importância da Contabilidade de Gestão nos Resultados por Funções.
  • A ligação ao Balanço.

3. Avaliar a PERFORMANCE FINANCEIRA da empresa

  • O Equilíbrio Financeiro.
  • O Fundo de Maneio Existente.
  • O Fundo de Maneio Necessário.
  • O ciclo da exploração: prazos de armazenagem, recebimento e pagamento.
  • Os indicadores de Liquidez.

4. Avaliar a PERFORMANCE ECONÓMICA da empresa

  • O Valor Acrescentado e a Produtividade.
  • Determinação do E.B.I.T.D.A.
  • Rentabilidade integrada: Fórmula “DuPONT”.
  • Equilíbrio Económico.

5. Avaliar a PERFORMANCE DE FINANCIAMENTO

  • A cobertura do imobilizado.
  • A autonomia financeira.
  • A solvabilidade.

6. Estabelecer um “TABLEAU DE BORD”

  • Construir um Quadro de Indicadores.
  • Organizar a recolha de Informação.
  • Acompanhar, analisar e sinalizar os dados obtidos.

Dirigido a:

  • Responsáveis e Colaboradores da Contabilidade e do Controlo de Gestão.
  • Técnicos com responsabilidades de Gestão.
  • Gestores operacionais e de unidades de Negócio.
  • Quadros médios e superiores da empresa.

Objectivos:

No final da acção, os participantes serão capazes de:

  • analisar a performance Económica da empresa: prevenir as Crises de Rentabilidade e avaliar o efeito dos Capitais Alheios;
  • estabelecer um Quadro de Pilotagem das Actividades empresariais.

Métodos:

Centrado na componente prática, este curso junta os contributos teóricos e a partilha de experiências entre o grupo de participantes:

  • exposições teóricas em alternância com Casos Práticos;
  • discussão de situações apresentadas pelos participantes.

Datas/Locais:

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Finanças para não financeiros

Programa:

1 – Conhecer a Contabilidade Financeira

  • O sistema contabilístico em vigor em Angola.
  • As obrigações contabilísticas das empresas.
  • Os objectivos da informação financeira.
  • Os principais conceitos.
  • As demonstrações financeiras (Balanço, Demonstração de Resultados, Demonstração dos Fluxos de Caixa).
  • Os registos contabilísticos.
  • A contabilidade criativa.

2 – Explorar a Analise Financeira

  • As tarefas, objectivos e limites da função financeira.
  • A preparação das Demonstrações Financeiras para a análise Financeira e o Método dos Rácios.
  • A solidez financeira e o Equilíbrio Financeiro.
  • A eficiência e a rendibilidade.

3 – Conhecer o processo de construção orçamental

  • O planeamento orçamental.
  • Os indicadores de gestão.
  • A análise dos desvios.

4 – Breve introdução a rendibilidade

  • As componentes da rendibilidade.
  • A contabilidade de Gestão como ferramenta fundamental na análise da rendibilidade de produtos ou actividades.
  • A identificação dos indicadores financeiros e não financeiros para analisar os custos.
  • Os factores a ter em conta para uma correcta análise dos custos:
    • a evolução das características do mercado, da procura e as mudanças requeridas nos processos produtivos e de distribuição;
    • novas formas de organização da produção e da distribuição.

5 – Conhecer as várias alternativas de financiamento das empresas

  • Instrumentos financeiros, alternativas e custos.
  • Decisões de financiamento.

6 – Os novos desafios da função financeira

  • Como o actual contexto internacional, pode perturbar o desempenho da função financeira.
  • De que forma as empresas se estão a preparar para enfrentar os desafios.

Dirigido a:

Todos os quadros sem formação contabilística, com responsabilidades na gestão de um serviço, de uma actividade, de uma unidade de fabrico ou de um centro de responsabilidade.

Objectivos:

Uma formação que lhe permitirá:

  • Compreender os conceitos financeiros fundamentais;
  • Avaliar o impacto das decisões quotidianas sobre os resultados globais da Empresa;
  • Interpretar os resultados do controlo de gestão para implementar as acções correctivas necessárias e alcançar os objectivos fixados;
  • Medir a rendibilidade e os custos da própria unidade ou serviço;
  • Compreender e relacionar melhor os riscos em que a sua área e a empresa podem incorrer e fazê-la evoluir.

Métodos:

Recurso a pedagógicas activas através de:

  • exposições pelo formador, trocas de experiências e reflexões com o grupo de participantes;
  • estudo de casos reais;
  • utilização de folha de cálculo (Ms. EXCEL)..

Datas/Locais:

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